Resolvi voltar as costas ao mundo, fartei-me da sua sujidade, da sua pouca dignidade, da sua inverdade...Estou farta de ser correcta numa sociedade incorrecta, desprovida de valores e sentimentos...
Olho para estes tristes seres e apenas lamento o ingrato e amargo vazio que lhes corre nas veias e a maldade que lhes impulsiona os dias.
Na sua completa insignificância já não me atingem, sobrando espaço apenas para me proteger dos seus malefícios e me manter fiel a mim mesma.
Apenas quero que me deixem na minha Paz. Os que me tentarem atingir provarão o sabor do seu própio veneno, como uma cascável que morde a sua cauda e morre, inevitavelmente, na sua própria boca.
Construí o meu próprio mundo, àparte desta loucura global onde Homens mais não são que bichos raivosos, desrespeitando até a severa lei da sobrevivência.
Aqui SOU, sem medos e sem mentira, despida de tudo, vestida apenas de MIM. Aqui DOU, incondicionalmente, tudo o que SOU...a quem nele comigo Convive e mantem acesa a verdade de Sentir e Ser quem é!
De costas...não permitirei que me apunhalem mais!
E, neste belo mundo sem mundo, a porta só abre com as leves e mágicas batidas dos sentimentos...
Olho para estes tristes seres e apenas lamento o ingrato e amargo vazio que lhes corre nas veias e a maldade que lhes impulsiona os dias.
Na sua completa insignificância já não me atingem, sobrando espaço apenas para me proteger dos seus malefícios e me manter fiel a mim mesma.
Apenas quero que me deixem na minha Paz. Os que me tentarem atingir provarão o sabor do seu própio veneno, como uma cascável que morde a sua cauda e morre, inevitavelmente, na sua própria boca.
Construí o meu próprio mundo, àparte desta loucura global onde Homens mais não são que bichos raivosos, desrespeitando até a severa lei da sobrevivência.
Aqui SOU, sem medos e sem mentira, despida de tudo, vestida apenas de MIM. Aqui DOU, incondicionalmente, tudo o que SOU...a quem nele comigo Convive e mantem acesa a verdade de Sentir e Ser quem é!
De costas...não permitirei que me apunhalem mais!
E, neste belo mundo sem mundo, a porta só abre com as leves e mágicas batidas dos sentimentos...
